O amor genuíno com base em a vida secreta de Zoe.
Um relacionamento onde o amor é recíproco, é forte, mas não inabalável.
As variáveis que podem - e irão surgir -, há de implicar um ou outro, de modo que uma das pontas sofra o desequilíbrio.
Zoe (Sharon Leal), amava o seu marido, e tinha o amor recípro daquele que lhe prometera amá-la até o dia em que a morte os separasse. Porém, ela, devido uma necessidade desenfreada por sexo, considerando o distanciamento de seu marido, e sua insatisfação quanto ao ao saciar de seu desejo, viu-se diante de uma oportunidade que, lhe fez desencadear ações impetuosas para atender o seu demasiado desejo, rompendo com o ciclo que lhe prendia numa completa insatisfação. Ao romper com esse cíclo, aventurou-se indo até as profundezas do hedonismo. Embora esse problema, ela não deixou de amar o seu esposo. Zoe tinha consciência de seu amor, mas visto sua necessidade desenfreada pelo prazer pelo sexo permitiu que um contraponto surgisse como adendo negativo à sua vida.
Ao se deparar com a verdade que lhe ferira profundamente, num ímpeto inconsciente fez com que não ponderasse o valor de sua vida. Por fim, ao refletir sobre sua real condição, e, tendo amor genuíno de seu marido, conseguiu voltar aos trilhos.
O amor entre ambos, quando genuíno, apesar dos altos e baixos, nunca será abalado de tal modo que, não tenha solução.
A ferida pode ser dolorida, a estigma pode permanecer, mas o amor sempre superará - se, de fato for verdadeiro.
As variáveis que podem - e irão surgir -, há de implicar um ou outro, de modo que uma das pontas sofra o desequilíbrio.
Zoe (Sharon Leal), amava o seu marido, e tinha o amor recípro daquele que lhe prometera amá-la até o dia em que a morte os separasse. Porém, ela, devido uma necessidade desenfreada por sexo, considerando o distanciamento de seu marido, e sua insatisfação quanto ao ao saciar de seu desejo, viu-se diante de uma oportunidade que, lhe fez desencadear ações impetuosas para atender o seu demasiado desejo, rompendo com o ciclo que lhe prendia numa completa insatisfação. Ao romper com esse cíclo, aventurou-se indo até as profundezas do hedonismo. Embora esse problema, ela não deixou de amar o seu esposo. Zoe tinha consciência de seu amor, mas visto sua necessidade desenfreada pelo prazer pelo sexo permitiu que um contraponto surgisse como adendo negativo à sua vida.
Ao se deparar com a verdade que lhe ferira profundamente, num ímpeto inconsciente fez com que não ponderasse o valor de sua vida. Por fim, ao refletir sobre sua real condição, e, tendo amor genuíno de seu marido, conseguiu voltar aos trilhos.
O amor entre ambos, quando genuíno, apesar dos altos e baixos, nunca será abalado de tal modo que, não tenha solução.
A ferida pode ser dolorida, a estigma pode permanecer, mas o amor sempre superará - se, de fato for verdadeiro.
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